Ajudamos trabalhadores da cultura a conseguir recursos públicos, elaborando o projeto, defendendo os prazos e respondendo pela prestação de contas até o fim.
A linguagem é técnica, os anexos são muitos, e bate a dúvida se aquilo ali é mesmo para o seu grupo. Quase sempre é. Falta é tradução.
Bloco, grupo, coletivo e ponto de cultura se sustentando com recurso próprio, enquanto existe verba pública disponível para exatamente isso.
Projeto bom perde ponto por detalhe de formulário, documento vencido ou item do barema que ninguém explicou. Isso tem conserto.
Conseguir o recurso é metade. A outra metade é comprovar direito, e é ela que decide se você poderá concorrer de novo no ano seguinte.
Não entregamos só o projeto escrito. Ficamos do lado até a última comprovação, porque é isso que mantém a sua entidade elegível para a próxima chamada.
Antes do projeto vem quem apresenta o projeto. Estatuto, CNPJ, certidões, conta bancária, cadastros e regularidade. É aqui que a maioria trava, e é a parte que resolvemos primeiro.
Lemos a chamada inteira, inclusive os anexos, e dizemos com honestidade se vale concorrer, em qual categoria e o que precisa existir antes da inscrição.
Escrita técnica ponto a ponto do barema, orçamento coerente, contrapartidas, acessibilidade e portfólio montado para comprovar o que você já fez.
Protocolo conferido, comprovante guardado, recurso apresentado quando cabe. Prazo é matéria jurídica, e é onde um projeto aprovável se perde por questão de horas.
Acompanhamos a execução e organizamos a comprovação desde o primeiro dia, não no fim. Prestação de contas em dia é o que garante a sua entidade no próximo edital.
Boa parte do mercado trabalha só com incentivo fiscal, captando junto a empresas. A nossa origem é outra: editais públicos, com a realidade de quem faz cultura na ponta.
Quem escreve o projeto é quem responde por ele. Isso muda a forma de redigir cláusula, orçamento e contrapartida.
Barema, anexos, vedações, prazos recursais. O que está escrito no edital e o que a comissão realmente avalia.
Uma equipe só do começo ao fim, sem você ter que reexplicar o projeto a cada etapa nova.
Sua energia fica onde deve ficar, na obra. A parte de papel é conosco.
Na maioria das vezes, sim. Editais costumam ter linhas para grupos pequenos, iniciantes e manifestações populares, e não só para grandes produções. O que falta em geral não é porte, é enquadramento na categoria certa. A gente lê a chamada e te diz com clareza se dá ou não dá, sem enrolação.
Vale, e o histórico anterior costuma ajudar mais do que atrapalhar. Reprovações quase sempre têm causa identificável: documento faltando, item do barema não respondido, orçamento incompatível. Descobrir o motivo real da última recusa é o primeiro passo da próxima inscrição.
Fique tranquilo, é o começo mais comum. Muitos editais aceitam pessoa física, e quando o caminho é a entidade, cuidamos da estruturação antes de falar em projeto. Essa etapa é parte do serviço, não um pré-requisito que você precisa resolver sozinho.
Não. Edital é processo público com critérios objetivos, comissão de avaliação e possibilidade de recurso. É justamente por isso que a qualidade técnica da inscrição pesa tanto: ela é o que a comissão tem para avaliar você.
Fale com a gente do mesmo jeito. Nem todo prazo apertado é inviável, e quando é, a resposta honesta é dizer isso e já preparar a entidade para a chamada seguinte, em vez de correr atrás de uma inscrição frágil.
Não. Carnaval e cultura popular são uma parte grande do que fazemos em Salvador, mas o trabalho cobre música, audiovisual, teatro, dança, literatura, artesanato, patrimônio e pontos de cultura.
Três textos que respondem o que mais nos perguntam.
O barema é a tabela que decide quem ganha o edital. Entender como ele pontua é o que separa um projeto bonito de um projeto aprovado.
Projeto e dicasPortfólio não é álbum de fotos bonitas. É prova documental de que o seu grupo entrega o que promete, e vale pontos no edital.
Projeto e dicasA prestação de contas não começa quando o projeto acaba. Ela começa na primeira compra, e é ela que decide se você poderá concorrer no ano seguinte.
Conta o que você quer realizar. A gente avalia junto o caminho, com clareza sobre o que é possível e o que precisa ser construído antes.